Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2006

Só, com o vento...

Sentado no topo de uma colina
Acaricio as flechas que trago na aljava
O meu arco por novos tiros ansiava
Assim, liberto esta seta na noite que termina.

A neblina que me rodeia
Impede-me de te ver além.
Fico sem ter a quem
Apontar esta flecha que p'lo vôo anseia.

Meus poemas jazem ao meu lado,
Projectéis orfãos de um arco gelado.
Empenados, embotados, carcomidos,
Por falta de uso, praticamente apodrecidos.
Mas não consigo saber onde disparar,
Para onde apontar...
Pois não te dás a conhecer,
Daqui da colina não te consigo ver.

Qualquer flecha deveria
Ser disparada a um alvo dianteiro.
Mas só conheço a tua existência em mim.
Continuarei frustrado, assim,
Na esperança de te acertar um dia,
Lançando poemas através do nevoeiro.
pintado por Trovador às 11:46
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1 comentário:
De livre de nome a 5 de Março de 2006 às 16:32
A tua forma de escrever... nao csg escrever poemas assim, os teus parecem que te saem, como se fossem ditos, numa conversa... jksMalucaResponsavel
(http://malucaresponsavel.blogs.sapo.pt/)
(mailto:claudiageiroto@hotmail.com)

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