Quarta-feira, 12 de Outubro de 2005

Mulher de Retalhos

Uma nuvem escura dá-me o teu sobrolho franzido.
O raio de sol que por ela desponta dá-me aquilo que será o teu sorriso.
A brisa que me invade enquanto chove será o teu perfume e
Cada gota de chuva é uma lágrima tua que bebo,
que substituo
por mais um raio de luz.
O trovão que ecoa pelo céu e que apaga todas as casas em seu redor
É o sussurro com que me despertas todo o corpo, com o qual eu grito em uníssono
Na nossa tempestade a dois.

Assim és tu para mim, mulher de retalhos, que reuno durante o dia para seres meu cobertor durante a noite.
Envolto em ti, esta noite, qualquer sonho servirá.
...LC
pintado por Trovador às 18:47
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1 comentário:
De livre de nome a 12 de Outubro de 2005 às 21:49
Algo neste poema me fez recordar Cesário Verde...PN
(http://impressoesdigitais.blogs.sapo.pt)
(mailto:pauxana@sapo.pt)

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