Terça-feira, 2 de Agosto de 2005

Meramente questões técnicas...

"Compreendo porque me escreves.
Compreendo porque te sentes bem quando o fazes.
Eu devolvo-te todos os poemas que me dás. Sei bem que nunca queres que tos aceitem. Adoro-os, mas não teria coragem de os roubar para mim. Gosto de os ver voar, não engaiolados num qualquer coração. Sei o quanto os prezas. Sei o quanto são trabalho de escultura léxica carinhosa.
Quando escreves para alguém real, esse poema passa a ser imutável. Tu nada pedes do seu destinatário absorvente, mas de algo sentes falta. Meros obrigados e elogios perdem-se no caminho, como placas na estrada sinalizando terras das quais não lembras o nome. Mas o que esperas tu? Explosões de Luz? Poemas de volta?
Mas eu... Por cada poema que sacrificas no meu altar, assassinas a tua alma. E eu devolvo-ta, iluminada, limpa, maior.
Pensa um pouco. No dia seguinte a teres plantado um novo poema para mim, não sairás à rua com a exacta expressão no rosto de quem fez amor?"
pintado por Trovador às 23:00
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